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quarta-feira, 31 de março de 2010

Sem esperar, sai matéria falando da gente

eis que semana passada Pemps estava dando uma lida no Jornal do Commercio e "tcharam!" uma citação bem legal sobre a Nuda surge em meio às notícias culturais. Não mandamos material pra nenhum jornal, então foi uma surpresa e tanto sair algo tão legal e bem resumido sobre nosso momento. Saca aí:

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terça-feira, 16 de março de 2010

Planos mudam, sonhos se adaptam e assim corpo e mente se equilibram entre desejos e circunstâncias

Navegando aleatoriamente pela uôrduáideuebe achei um blog com textos bem legais. Aí fui vendo postagens mais antigas e encontrei uma que gostaria de compartilhar com os frequentadores do turnedanuda. Fala sobre como a expectativa de grana influencia demais a arte, entre outras coisas. Percebi o quanto os sentimentos são mesmo universais. Segue abaixo o texto e o link pro danado.

http://hvblogue.blogspot.com/2010/01/o-retorno-de-jedi.html

"O RETORNO DE JEDI

Comumente as pessoas me perguntam sobre minha banda. Se ela ainda existe... Se vai sair do coma... Se vai haver show algum dia... Se é possível o retorno dos rapazes do Le Bustier... E por aí vai...

Manter uma banda é como manter uma amizade ou um relacionamento, exige sacrifício! Ambas as partes precisam estar de acordo em quase tudo e é extremamente necessário que pelo menos uma das partes insista em continuar o processo que as une.

Manter uma banda é como estudar e trabalhar ao mesmo tempo, exige disciplina! Já vi muita gente se queixando da vida por não ter completado os estudos, pois tinha que trampar para sobreviver. E já vi casos de sujeitos que tramparam a vida toda e mesmo assim se formaram e, em alguns deles, até se pós-graduaram.

Manter uma banda com a tola pretensão de que um dia vai ser absorvido pela indústria cultural e entrar de cabeça no mainstream, a meu ver é bobagem; é um pensamento menor, pequeno-burguês até. É por conta desse tipo de pensamento que muitas vezes vemos bandinhas medíocres fazendo sucesso.

É óbvio e ululante que o artista quer viver de sua arte (eu também quero), mas qualquer atividade artística que o sujeito se proponha a desempenhar tem que ser primeiramente espiritual. Espiritual no sentido de engrandecimento pessoal, de extravasamento da Psique, de aplicação da Ânima existente em nós! É preciso o mínimo de sentimento de Catarse!

É preciso que a EGOLOMBRA de cada um seja autêntica e sincera..."


Ah, pros frequentadores mais assíduos daqui, queria avisar que estamos criando alguns materiais novos sobre a gravação pra postar. Falo sério, não é enrolação não. É que estamos editando uns vídeos, criando uns textinhos que precisam de tempo e tal... Demora mais, mas o resultado fica mais interessante e cheio de valor.

Rapaz, a gente denga muito quem vem aqui.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A maré nenhuma: expectativa na Revista Movin Up

http://revistamovinup.com/2010/02/01/nuda-ineditas-e-disco-novo/

A Nuda é presença constante aqui na casa. Da primeira notícia de lançamento do EP “Menos Cor, Mais Quem”, ainda em maio de 2008, a entrevista e resenhas de show em BH e Brasília e outros pontos, muita coisa aconteceu. Os cabras rodaram o Brasil todo (duas vezes), apareceram na MTV, no Alto Falante, na Trama, na + Soma, o diabo.

Reconhecimento merecido. Quando se encontra uma banda diferenciada (basta ouvir as músicas, prestar atenção nas letras, ir aos shows, se ligar nas artes) o mínimo que você pode fazer é acompanhar de perto. O próximo disco já ganhou o título de uma música que vem sendo tocada desde 2008: A Maré Nenhuma, com previsão de lançamento em junho. Você pode conferir matéria completa sobre a vindoura bolacha lá nos parceiros do Bloody Pop.

Além de “A Maré Nenhuma”, “Toque Pra Calhetas”, “Samba de Paleta”, “Eu e/ou você, doutor” e a versão para “Ode Aos Ratos” (de Chico Buarque, do disco “Carioca”, esta nos shows) já são de conhecimento do público. Pense que eles ainda se deram ao luxo de não colocar algo ótimo como “Maruimstad” no álbum OU como recebo agora em primeira mão, o single de 2009, já queridíssimo nos shows, estará no novo trabalho. Melhor assim.

Eis que os ares pernambucanos nos trazem duas outras delícias gravadas no bacaníssimo projeto Música de Bolso: uma versão despojada de “A Maré Nenhuma” e a graça de “Vidracinha”.





Ouça, veja, acompanhe o blog. Se lançarem uma obra ruim, não dará pra perdoar, mas algo me diz que pelo menos um dos discos do ano vem por aí.