terça-feira, 15 de setembro de 2009

A Pedra e Maruimstad no Festival Garimpo

Sabe aquilo tudo que eu falei no post passado? Dá pra sentir um pouquinho nesse vídeo.

domingo, 13 de setembro de 2009

Que show foda em BH... Enfu!!






Casa lotadassa, com fila na porta pra entrar. Galera cantando as letras, gente chorando, mosh em A Maré Nenhuma, roda de pogo em Acorde Universal. Sem dúvidas o show mais emocionante da Nuda até hoje.

Viva a energia e as pessoas de Belo Horizonte!!!

À casa, ao amor, à família que a gente escolheu



Aninha, tu não tá na foto, mas é como se, como se nada, estivesse!

Estamos agora no aeroporto de Guarulhos, são 15 pras 1 da matina e nosso vôo de volta pra Recife sai de 9 e meia. Cansados, com fome e um imenso aperto no coração por mais uma vez termos que passar alguns dias distantes de pessoas tão queridas que encontramos pela tour. Esse post vai pras meninas-mulheres-anjosdaguarda-mães-amigas da República Mini-Box Dadá, onde ficamos hospedados em nossa estadia por BH.

Meninas lindas, obrigado demais pelo carinho, pelo amor, pelos melhores abraços do mundo, pelas lágrimas, pela torcida, pela força, pelo feijão troupeiro, pelas risadas, pelos lugares, pelos filmes, pelas cachaças, pelas madrugadas. A gente ama vocês como se fôssemos predestinados para tanto.

A gente volta logo sim, porque a saudade é grande, porque a república é grande, porque o amor é grande e também porque a gente é a banda mais xicaqueira do Brasil.

Vocês moram na República Coração da Nuda.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Fotos de Goiânia

Ahhhhh Deusas Estéticas....


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Hoje: Graveola, Nuda e Eddie

garimpo 2009

Hoje é nosso penúltimo show nesse Giro 09.2, em Recife nunca coincidiu de tocarmos com o Eddie, mas BH é como se estivéssemos em casa.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Como foi o Goiaba Rock?

A gente adorou. Segue texto de Vitor Maciel do Goma sobre o evento:

A arte livre dá seu grito no interior goiano

Por Victor Maciel

A exemplo da sexta-feira, a programação de shows do sábado trouxe mais surpresas vindas de Brasília, assim como Brown-Há e Gilbertos Come Bacon, destaques do dia anterior. Cassino Supernova apresentou seu rock claramente influenciado pelos precursores do gênero com competência. Bem a vontade no palco, a banda não aparentava ser tão nova no cenário candango.

Mais nova revelação da cena cuiabana, Vitrolas Polifônicas, começa a chamar atenção no Circuito. Contemplada por dois festivais – Goiaba Rock e Varadouro (AC) - no edital de circulação do Fora do Eixo, a banda foge do óbvio ao misturar samba, blues e rock ‘n’ roll. E conseguem fazer isso com propriedade. Instrumentalidade convidativa a, no mínimo, uma batida de pés, letras sagazes e vocal feminino cativante.

Conjunto Roque Moreira (PI) é um grande achado. Roque – com Q-U-E, enfatizado pelos integrantes durante o show – genuinamente nordestino e brasileiro, sai dos ritmos regionais, pega carona no reggae e chega a riffs pesados do rock sem se perder no caminho.

Nuda (PE), por sua vez, é um dos nomes mais promissores da cena independente nacional. Outra banda contemplada pelo edital de Circulação do Fora do Eixo, ainda passarão pelos festivais Jambolada (MG) e DoSol (RN) neste ano. No Goiaba Rock, novas músicas que não constam no belo EP “Menos Cor, Mais Quem” ocuparam a maior parte do set list.

Encerrou a noite, O Teatro Mágico (SP), principal atração do festival, estreando em festivais do Circuito Fora do Eixo. Sem dúvidas, uma banda que tem muito o que dialogar com a rede. A banda, que conseguiu grande projeção sem abrir mão da independência e da liberdade de acesso aos seus trabalhos, é uma das principais envolvidas com o Música Pra Baixar (MPB), Movimento que propõe uma reconfiguração das bases produtivas da cultura no país e a revisão das leis que regem o direito autoral diante das novas tecnologias.

No palco, O Teatro Mágico mantém o discurso contra a indústria cultural tanto nos intervalos das músicas, quanto na própria estética do projeto que envolve, além da música, o teatro e as artes circenses. Com um show muito conceitual, com críticas declaradas às práticas do jabá e às próprias relações de trabalho dentro do sistema capitalista, a trupe encerrou o festival da melhor maneira possível. Arte independente e novos paradigmas econômicos e sociais defendidos a plenos pulmões em pleno interior goiano. Algo de novo acontece na cadeia produtiva da cultura e esta novidade, dêem crédito ou não, já faz barulho em lugares pouco imagináveis há não muito tempo.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

05.09.09 Metropolis - Goiânia (GO)

E a gente acostumado com o público roqueiro de Goiânia nem esperava uma receptividade como a que rolou. O Metropolis é uma casa pequena, inferninho mesmo. Ao ponto que as cerca de cem pessoas que compareceram ao evento praticamente lotaram o pico. Essa turnê tem reservado mesmo grandes surpresas...

Fica um abraço imenso aos novos amigos, principalmente ao casal Wacily e Grazi.

Abaixo, vídeos escurões de Pisa/Acorde Universal e Toque pra Calhetas. Logo mais posto as fotos.